Banco Central divulga aumento da taxa de juros e endividamento em novembro de 2024

Banco Central aponta aumento na taxa média de juros em crédito livre em novembro de 2024. Confira os dados!

26/12/2025 9:37

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(Imagem de reprodução da internet).

O Banco Central divulgou dados sobre a taxa média de juros no crédito livre, apresentando variações significativas em novembro de 2024. A taxa média subiu para 46,7%, um aumento em relação aos 46,1% registrados em outubro (revisado para 46,3%).

Em novembro de 2024, a taxa atingiu 40,9% em dezembro de 2024.

Para pessoas físicas, a taxa média subiu de 58,5% (revisado para 58,7%) para 59,4%. Já para empresas, a taxa média passou de 25,1% (revisado para 25,2%) em outubro para 24,5% em novembro.

Indicadores de Custo de Crédito (ICC)

O Indicador de Custo de Crédito (ICC) apresentou uma leve elevação, passando de 23,6% para 23,7%. Este índice reflete o volume de juros pagos por consumidores e empresas, considerando todas as operações em andamento e o estoque total.

Spread Médio

O spread médio em operações de crédito livre aumentou de 32,4 pontos (revisado para 32,6 pontos) em outubro para 33,2 pontos em novembro. Esse indicador representa a diferença entre o custo de captação de recursos pelos bancos e o que é efetivamente cobrado dos clientes.

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Segmentos de Clientes

O spread médio no segmento de pessoa física subiu de 44,6 pontos (revisado para 44,8 pontos) para 45,7. Nas operações de empresas, houve uma leve queda do spread médio, passando de 11,8 pontos (revisado para 11,9 pontos) para 11,4 pontos no mesmo período.

Inadimplência

A taxa de inadimplência nas operações de crédito livre oscilou de 5,1% (dado revisado, de 5,3%) em outubro para 5,0% em novembro. Para pessoas físicas, a taxa caiu de 6,4% (dado revisado, de 6,7%) para 6,3%. As empresas apresentaram uma leve queda na inadimplência, de 3,0% (dado revisado, de 3,3%) para 2,9%.

Endividamento Familiar

O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro aumentou de 49,1% em setembro para 49,3% em outubro. O comprometimento de renda das famílias com o SFN subiu de 28,8% para 29,4%. Sem considerar os empréstimos imobiliários, o comprometimento de renda aumentou de 26,7% para 27,2%.

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