A Revelação Implacável: Os Arquivos de Epstein e a Elite Corrompida
Washington – Nos próximos meses, jornalistas e pesquisadores se dedicarão a examinar minuciosamente os arquivos de Jeffrey Epstein, na busca por novas evidências de condutas criminosas ou reviravoltas conspiratórias. A verdade que emerge é implacável: um retrato detalhado de atividades outrora furtivas de uma elite irresponsável, composta em grande parte por homens ricos e poderosos dos negócios, política, academia e o mundo do entretenimento.
Os documentos revelam a história de um criminoso hediondo que, com a proteção da classe dominante, teve acesso a um conjunto de privilégios inigualáveis.
Essa história de impunidade é ainda mais revoltante, considerando a crescente raiva populista e a desigualdade de renda que marcam o cenário atual. As atitudes caligurescas de Jeffrey Epstein e seus amigos ocorreram durante duas décadas de declínio do setor manufatureiro americano e da crise das hipotecas subprime, que deixou milhões de americanos sem suas casas.
O objetivo aparente de Epstein era construir um muro de proteção ao seu abuso, cercando-se dos poderosos, mas ele falhou em seu intento.
A extensão da cumplicidade da elite em seu mundo é chocante, e a percepção de que essa corrupção atingiu níveis sem precedentes é compartilhada por muitos. A revelação de que Epstein atraiu o interesse de um dos homens mais ricos do mundo, que perguntou sobre o “dia/noite mais selvagem” em sua ilha, exemplifica a natureza desenfreada de suas atividades.
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A rede de conexões de Epstein era vasta e impressionante, incluindo presidentes, membros do gabinete, promotores federais, juízes, agentes da lei, figuras da mídia, intelectuais e executivos de empresas de destaque. Entre seus amigos estavam o ex-presidente Bill Clinton, o ator Kevin Spacey, o linguista Noam Chomsky, o conselheiro jurídico Kenneth Starr, o guru da Nova Era Deepak Chopra, o produtor de cinema Barry Josephson, o príncipe Andrew, a duquesa de York Sarah Ferguson, a princesa herdeira Mette-Marit da Noruega, e muitos outros.
A natureza obscura da vida de Epstein, combinada com a produção desleixada dos documentos pela administração Trump, alimentou uma tonelada de teorias conspiratórias. Vídeos recém-divulgados da ala da prisão onde Epstein foi encontrado morto sugerem a presença de uma figura não identificada, o que gerou especulações sobre a possibilidade de que ele tenha sido assassinado ou que sua morte não seja o fim da história.
A revelação de que Epstein recebia favores de figuras como o urologista Harry Fisch, que o convidava para comer pizza e tomar refrigerante de uva, e que o repórter financeiro do New York Times Landon Thomas Jr. solicitava dinheiro a ele para uma instituição de caridade pessoal, expõe a complexidade e a profundidade da rede de corrupção.
A ausência de promotores federais, juízes ou agentes da lei que pudessem ter impedido Epstein de escapar da justiça é um ponto de particular preocupação. A prisão de Epstein e a encarceramento de Ghislaine Maxwell, sua associada, não resolvem completamente a questão.
Apesar da revelação de uma rede de conexões de Epstein que sugere que ele era um mestre manipulador controlando uma cabala de elites, essa mesma rede oferece pelo menos algumas provas em contrário. Epstein contava presidentes e membros do gabinete como amigos, mas sua influência na formulação de políticas americanas era insignificante.
Seus amigos na mídia não eram editores de jornais ou executivos de redes de TV, mas pessoas mais abaixo na cadeia alimentar, incluindo o autor Michael Wolff e o repórter financeiro do New York Times Landon Thomas Jr.
Apesar da complexidade da rede de conexões de Epstein, a ausência de promotores federais, juízes ou agentes da lei que pudessem ter impedido Epstein de escapar da justiça é um ponto de particular preocupação. A prisão de Epstein e o encarceramento de Ghislaine Maxwell, sua associada, não resolvem completamente a questão.
A revelação de que Epstein recebia favores de figuras como o urologista Harry Fisch, que o convidava para comer pizza e tomar refrigerante de uva, e que o repórter financeiro do New York Times Landon Thomas Jr. solicitava dinheiro a ele para uma instituição de caridade pessoal, expõe a complexidade e a profundidade da rede de corrupção.
A revelação de que Epstein recebia favores de figuras como o urologista Harry Fisch, que o convidava para comer pizza e tomar refrigerante de uva, e que o repórter financeiro do New York Times Landon Thomas Jr. solicitava dinheiro a ele para uma instituição de caridade pessoal, expõe a complexidade e a profundidade da rede de corrupção.
A revelação de que Epstein recebia favores de figuras como o urologista Harry Fisch, que o convidava para comer pizza e tomar refrigerante de uva, e que o repórter financeiro do New York Times Landon Thomas Jr. solicitava dinheiro a ele para uma instituição de caridade pessoal, expõe a complexidade e a profundidade da rede de corrupção.
