Ibovespa sobe com influência da CPI e expectativas de corte na Selic em 2026

Ibovespa sobe com influência de Wall Street e expectativa por cortes na Selic. Índice avança 0,38% e volume de R$26,3 bilhões. Lula lidera intenções de voto para 2026

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

O Ibovespa, principal índice do mercado acionário brasileiro, registrou um fechamento positivo nesta quinta-feira. O índice avançou 0,38%, atingindo os 157.923,34 pontos. O volume de negociações alcançou R$26,3 bilhões.

Influência de Wall Street

O desempenho do Ibovespa foi impulsionado, em parte, pelo movimento positivo da Bolsa de Valores de Nova York. Dados sobre os preços ao consumidor nos Estados Unidos, conhecidos como CPI, mantiveram vivas as expectativas de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve no início de 2026.

A fabricante de chips Micron também apresentou resultados positivos, influenciando o mercado americano.

Dados de Inflação nos EUA

O índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos (CPI) subiu 2,7% em novembro na base anual, conforme dados divulgados pelo Departamento do Trabalho. Essa leitura ficou abaixo das expectativas de 3,1% previstas por economistas consultados pela Reuters.

Apesar disso, economistas do Bradesco alertaram para possíveis problemas na coleta dos dados e na ausência de itens importantes.

LEIA TAMBÉM!

Declarações do Banco Central

Declarações do presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, foram interpretadas como um sinal de que não se descartam reduções na taxa básica de juros (Selic) em janeiro. Galípolo afirmou que as decisões sobre as reuniões de janeiro, março e as seguintes não foram definidas.

Cenário Político e Investimentos

Investidores acompanharam o cenário político, com uma nova pesquisa mostrando Luiz Inácio Lula da Silva na liderança das intenções de voto para a eleição presidencial de 2026. A pesquisa AtlasIntel para a Bloomberg também destacou o senador Flávio Bolsonaro com desempenho superior ao do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, nos cenários simulados de primeiro turno.

Um estrategista de investimentos da GT Capital observou que uma eventual reeleição de Lula pode gerar pressão inflacionária, devido ao perfil fiscal mais expansionista do governo.

Autor(a):

Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.

Sair da versão mobile