TIM: Aumento da Remuneração e Projeções Ambiciosas Impactam Mercado em 2026
TIM revoluciona projeções para 2026! Aumento da remuneração e crescimento de 5% na receita atraem investidores. Saiba mais!
A TIM divulgou recentemente uma atualização do seu plano estratégico para o ano de 2026, gerando atenção entre analistas financeiros. Um dos pontos centrais da nova projeção é o aumento da remuneração destinada aos acionistas, o que despertou interesse no mercado.
A empresa apresentou um crescimento projetado de aproximadamente 5% na receita de serviços, acompanhado de um aumento de 6% a 8% no EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações), com investimentos em capital (Capex) estimados entre R$ 4,4 e 4,6 bilhões.
Em relação à remuneração aos acionistas, a TIM prevê um valor total entre R$ 5,3 e R$ 5,5 bilhões para 2026, incluindo qualquer evento de remuneração relacionado ao exercício de 2026. Essa projeção representa um aumento significativo em relação ao nível anual anterior, o que impacta positivamente a atratividade das ações, gerando um dividend yield de cerca de 8%.
Análises de Mercado
Diversos analistas avaliaram o novo guidance da TIM. A XP Investimentos considerou os números em linha com o esperado, sem mudanças relevantes nas principais mensagens. O JPMorgan, por sua vez, apontou que as projeções da TIM estão acima das expectativas, com foco na remuneração dos acionistas, que deve ficar entre 33% e 38% acima do esperado pelo banco.
O Itaú BBA ressaltou que a geração de caixa, medida pelo indicador EBITDA-AL menos o Capex, deve registrar um avanço de 11% a 14% ao ano, impulsionada pela disciplina de custos, estratégias de digitalização e iniciativas de inteligência artificial, além de uma alocação de capital mais eficiente.
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Visão Geral
A atualização da projeção da TIM é vista como alinhada com as expectativas dos investidores, dada a tendência de melhora da empresa. Os analistas destacam que a expansão de margem, impulsionada por ganhos de eficiência e controle de custos mais rigoroso, justificam uma distribuição maior de fluxo de caixa livre.
É importante notar que a tendência positiva já havia sido parcialmente precificada, com forte desempenho da ação no acumulado do ano. Diante disso, o Itaú BBA mantém uma visão neutra sobre a ação, considerando a avaliação atual de 15 vezes o Preço/Lucro (P/L) para 2026 e o desempenho recente das ações.
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Redação
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