Vivara: Thiago Lima Borges assume CEO e ações sobem com novas lideranças
Vivara anuncia mudança na alta administração com novas lideranças: Thiago Borges é CEO e Cassiano Lemos COO. Ações sobem 5%!
A Vivara anunciou, em 11 de julho, a mudança na sua alta administração. Thiago Lima Borges assume o cargo de CEO, substituindo Ícaro Borrello, enquanto Cassiano Lemos da Cunha assume a posição de COO, com efeitos imediatos. A empresa informou que a decisão foi resultado de um processo de seleção que envolveu a participação de uma consultoria especializada.
As ações da empresa subiram 5% às 11h (horário de Brasília), atingindo R$ 35,91. Essa valorização reflete a percepção positiva do mercado em relação às novas lideranças.
Análises de Bancos de Investimento
Diversos bancos de investimento analisaram a mudança na Vivara. O JPMorgan, por exemplo, considera a nomeação como um fator positivo para a capacidade de execução da companhia, destacando a experiência dos executivos em varejo. O banco também acredita que essa mudança marca o fim de um ciclo de transformações na gestão da empresa.
O Bradesco BBI avalia positivamente a escolha de Thiago Borges, devido ao seu histórico no setor de varejo. O banco espera que, com a consolidação das funções de Borges e Lemos, os controladores da empresa reduzam sua intervenção executiva e se concentrem no Conselho de Administração.
O Goldman Sachs ressalta que o conhecimento dos executivos pode contribuir significativamente para a Vivara, tanto no negócio principal quanto na expansão da Life. O banco destaca a importância de controlar os níveis de estoque, um ponto de atenção para o mercado.
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Recomendações de Investimento
O JPMorgan manteve a classificação “overweight” (compra) para a Vivara, com preço-alvo de R$ 36. O Goldman Sachs reitera a recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 38. A XP Investimentos também manteve a recomendação de compra.
Essas avaliações refletem a percepção de que a Vivara opera em um segmento com demanda relativamente estável e apresenta bons resultados no curto prazo, impulsionados pelo uso estratégico dos estoques.
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Redação
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