XP: Taxas de Renda Fixa Bancária sob Escrutínio com Chance de Queda na Selic!

XP: Oportunidades em Renda Fixa Bancária! 🚀 Taxas em CDBs e LCIs atraem investidores. Descubra títulos prefixados e pós-fixados com taxas imperdíveis em 2026! Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

A plataforma da XP oferece uma variedade de opções de investimento em renda fixa bancária, com taxas e prazos variados. Nesta sexta-feira, 27 de janeiro de 2026, destacam-se alguns títulos com taxas prefixadas e pós-fixadas, buscando atender a diferentes perfis de investidores.

A dinâmica do mercado, influenciada pelo leilão de títulos prefixados do Tesouro e pela queda dos rendimentos dos Treasuries no exterior, impactou as taxas oferecidas.

CDBs e LCAs com Taxas Prefixadas

Diversos CDBs (Certificados de Depósito Bancário) e LCAs (Letras de Crédito Imobiliário) estão disponíveis com taxas prefixadas. Um CDB da PicPay oferece uma taxa de 104,75% ao ano, com vencimento em fevereiro de 2029. Já uma LCA original apresenta uma taxa de 91% ao ano, com vencimento em fevereiro de 2029.

Ambos os títulos são uma opção para investidores que buscam previsibilidade nos retornos.

Opções Pós-Fixadas

Além dos títulos prefixados, a XP também oferece CDBs e LCIs pós-fixados, atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Um CDB original possui uma taxa de 105% do CDI, com vencimento em fevereiro de 2030. Uma LCI original oferece uma taxa de 100% do CDI em um ano.

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Essas opções são adequadas para investidores que acreditam na continuidade do crescimento do CDI.

Influências Externas e Expectativas do Mercado

O mercado de renda fixa bancária é influenciado por fatores externos, como o leilão de títulos do Tesouro e a performance dos Treasuries no exterior. A percepção de que o Banco Central pode iniciar um ciclo de cortes na Selic também impacta as taxas.

Atualmente, a curva de juros precifica uma redução de 50 pontos-base na Selic em março. O recuo dos Treasuries, impulsionado pelas tensões entre Estados Unidos e Irã, contribui para aliviar a pressão sobre a curva doméstica. O foco do mercado se volta para o IPCA-15 de fevereiro, que calibrará as apostas para a trajetória da Selic e definirá os próximos movimentos, especialmente na curva curta.

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