Estreito de Ormuz em Crise: Petróleo Dispara e Preços Assaltam o Mercado em 2026

Estreito de Ormuz em crise: Petróleo dispara com tensão global! 🚀 EUA, Irã e Emirados Árabes Unidos trocam ataques e mercado reage. Saiba mais!

08/05/2026 16:45

2 min

Estreito de Ormuz em Crise: Petróleo Dispara e Preços Assaltam o Mercado em 2026
(Imagem de reprodução da internet).

Petróleo Sobe Apesar da Queda na Semana

O mercado de petróleo apresentou um movimento de alta nesta sexta-feira, 8, em meio à crescente tensão no Oriente Médio, especialmente no Estreito de Ormuz. Apesar de ter encerrado a semana com quedas significativas, a cotação reagiu à instabilidade na região, que tem gerado preocupações com o fornecimento global de petróleo.

O petróleo WTI para entrega em junho, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), registrou um aumento de 0,64%, fechando a US$ 95,42 o barril. Paralelamente, o contrato de Brent para julho, cotado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), subiu 1,23%, atingindo US$ 101,29 o barril.

Esses avanços refletem a demanda por segurança no fornecimento diante do cenário geopolítico complexo.

Tensão no Estreito de Ormuz

A situação no Estreito de Ormuz, onde Estados Unidos, Irã e Emirados Árabes Unidos trocaram ataques, intensificou a incerteza no mercado. A troca de ataques, mesmo sob um cessar-fogo formal, contribuiu para o aumento da volatilidade das cotações.

A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) informou a apreensão do petroleiro Ocean Koi no Mar de Omã, enquanto forças americanas relataram ter atingido petroleiros iranianos vazios.

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Análises do Mercado

A Capital Economics previu que as condições de oferta de petróleo permanecerão apertadas por alguns meses, devido à demora na recuperação dos fluxos. A agência estima que as cotações continuarão voláteis ao longo do segundo semestre de 2026.

Já a Fitch Ratings acredita que o petróleo manterá sua valorização no curto prazo, enquanto o Estreito de Ormuz permanecer fechado.

Projeções de Preços

A Fitch Ratings projeta que o Brent oscile entre US$ 100 e US$ 110 por barril de maio a julho. No entanto, a agência prevê um quadro de excesso de oferta nos meses seguintes, o que pode levar a uma queda nas cotações do petróleo.

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